Florianópolis começa a discutir, com algum atraso, uma ideia que cidades inteligentes entenderam há muito tempo: o centro não é corredor de passagem. É lugar de permanência. O projeto apresentado para a região central, inspirado no urbanismo dinamarquês, parte dessa inversão simples. Em vez de desenhar a cidade para a passagem rápida dos carros, propõe voltar a tratar o centro como lugar de convivência. Parece óbvio. E talvez...
