O IMA apontou uma causa comum para a morte de milhares de peixes registrada entre fevereiro e abril em Florianópolis, Biguaçu e Palhoça. Segundo nota técnica do instituto, os episódios estão ligados à floração intensa de microalgas, favorecida pela ressurgência costeira e pela baixa circulação da água em áreas rasas, o que reduziu o oxigênio e levou os peixes à asfixia. O órgão descartou evidência de despejo pontual de esgoto, mas reconheceu vulnerabilidade ambiental e influência de efluentes domésticos em pontos monitorados. A UFSC, por outro lado, já havia apontado poluição crônica por esgoto não tratado como fator associado ao caso do Itacorubi.
-26 de maio de 2026