O Procon de Florianópolis notificou uma escola particular após denúncias de que a entrega de material coletivo estaria sendo usada como condição para avaliação de alunos.
Entre as ameaças relatadas estariam desconto em nota ou punição disciplinar caso itens como lápis de cor, canetas e tesoura não fossem entregues.
O órgão determinou a suspensão imediata de qualquer penalidade ligada a esse tipo de material e reforçou o óbvio que às vezes precisa ser lembrado: material escolar não pode virar taxa disfarçada.
O nome da escola não foi divulgado.
-10 de março de 2026