A falta de nova licitação transformou o Mercado Público do Estreito em um limbo administrativo, com boxes em área pública sendo alugados e repassados como se fossem propriedade privada. O problema é antigo, acabou em acordo com o Ministério Público em 2025 e expõe um vazio de controle que permitiu a criação de um mercado paralelo em um espaço que deveria estar sob regra pública clara.
-23 de março de 2026