É revoltante que um memorial por justiça a uma vítima de feminicídio seja alvo de repetidos ataques. A depredação do espaço construído por colegas de Catarina Kasten na UFSC não só viola a memória, como expõe o desrespeito à luta contra a violência de gênero. A demora em apurar as imagens das câmeras reforça a impunidade.
-6 de fevereiro de 2026