A partir desta segunda-feira, dia 5, o Brasil entra oficialmente em modo normal. Fim do compasso de espera que tradicionalmente marca o intervalo entre o Natal e o Réveillon — e início, de fato, do ano que começa a contar para governos, empresas, mercados e famílias.
Em 2026, porém, esse retorno ganha um peso extra. O calendário será atípico, com dois eventos de grande impacto atravessando o ano: a Copa do Mundo e as Eleições no Brasil. A combinação tende a influenciar decisões, adiar movimentos e elevar a cautela — especialmente na economia.
Para empresas e investidores, será um ano de planejamento mais curto, execução mais rápida e leitura constante do cenário. O primeiro semestre concentra decisões estratégicas, enquanto o segundo tende a ser marcado por volatilidade, ruído político e atenção redobrada aos indicadores fiscais, monetários e de confiança.
O recado é claro: não há muito espaço para procrastinação. Quem precisa ajustar rota, investir, contratar, reorganizar ou crescer, faz isso agora. O relógio de 2026 começa a rodar de verdade nesta semana — e, como todo ano eleitoral com Copa do Mundo no meio, passa mais rápido do que parece.
Agora é pra valer.
-15 de janeiro de 2026
